Gestão de Pessoas. De Idalberto Chiavenato, Lucas Chiavenato & Celso Bazzola, Editora Atlas
"Gestão de Pessoas" de Idalberto Chiavenato introduz a transição da administração tradicional de RH para a gestão com as pessoas, enfatizando o capital humano como principal diferencial competitivo na Era da Informação. O autor destaca que o sucesso organizacional depende da valorização das pessoas como parceiros ativos, criativos e dotados de inteligência, não apenas recursos passivos.
"Gestão de Pessoas" de Idalberto Chiavenato introduz a transição da administração tradicional de RH para a gestão com as pessoas, enfatizando o capital humano como principal diferencial competitivo na Era da Informação. O autor destaca que o sucesso organizacional depende da valorização das pessoas como parceiros ativos, criativos e dotados de inteligência, não apenas recursos passivos.
Falar de gestão de pessoas é falar de gente, do componente humano das organizações, de cultura e mentalidade, de inteligência, de energia e vitalidade, ação e
proação. A gestão de pessoas é uma das áreas que mais
tem passado por mudanças e transformações nesses últimos anos. Não somente nos seus aspectos tangíveis e
concretos, como principalmente nos aspectos conceituais e intangíveis. A visão que se tem hoje da área é
totalmente diferente de sua tradicional configuração,
quando recebia o nome de administração de recursos
humanos (ARH). Muita coisa mudou. O objetivo central deste livro é mostrar as novas características e o
novo perfil dessa área de atividade. A gestão de pessoas
tem sido a responsável pela excelência das organizações bem-sucedidas e pelo aporte de capital intelectual
que simboliza, mais do que tudo, a importância do fator
humano em plena Era da Informação.
Com a globalização dos negócios e o intenso desenvolvimento tecnológico, o forte impacto das mudanças
e das transformações, está surgindo uma eloquente
constatação na maioria das organizações: o grande diferencial e a principal vantagem competitiva da empresa
decorre das pessoas que trabalham nela. São as pessoas
que mantêm e conservam o status quo já existente, e são
elas – apenas elas – que geram e fortalecem a imaginação, a criatividade e a inovação e o que deverá vir a
ser. São as pessoas que produzem, vendem, servem ao
cliente, tomam decisões, lideram, motivam, comunicam, supervisionam, gerenciam e dirigem os negócios
das empresas. Inclusive dirigem outras pessoas. Muito
embora as organizações não sejam criadas apenas para
ter pessoas, não existem organizações sem a presença
delas. Na realidade, as organizações são conjuntos integrados de pessoas. Ao se falar em organizações, forçosamente se fala em pessoas que as representam, que as
vivificam e proporcionam inteligência e que lhes dão
personalidade própria. A maneira pela qual as pessoas
se comportam, decidem, atuam, trabalham, executam,
melhoram suas atividades, cuidam dos clientes e tocam
os negócios das empresas varia em muitas dimensões.
E essa variação depende, em grande parte, das políticas
e diretrizes das organizações a respeito de como lidar
com as pessoas em suas atividades.
Em muitas organizações, falava-se, até há pouco
tempo, em relações industriais – uma visão burocratizada que vem desde o final da Revolução Industrial e
que encontrou seu auge na década de 1950. Em outras
organizações, fala-se em ARH, em uma visão mais dinâmica, mas generalista, e que predominou até 1990.
Em algumas outras organizações mais sofisticadas,
fala-se agora em gestão de pessoas, com uma abordagem que tende a personalizar e a visualizar as pessoas
como seres humanos e dotados de habilidades e capacidades intelectuais, mas ainda hierárquica e impositiva. No entanto, a tendência que hoje se verifica está
voltada para muito mais além: fala-se agora em gestão
com as pessoas. Administrar com as pessoas significa
tocar a organização juntamente aos colaboradores: os
parceiros internos que mais entendem dela, das suas
atividades, dos seus negócios e do seu futuro. Isso requer uma nova visão das pessoas, não mais como apenas um recurso organizacional, um objeto servil ou
mero sujeito passivo do processo produtivo, mas fundamentalmente como um sujeito ativo e provocador
de decisões, empreendedor das ações, criador da inovação e agregador de valor dentro das organizações.
Mais do que isso, um agente ativo e proativo que dá
vida à organização e dotado de inteligência – a maior
e a mais avançada e sofisticada habilidade humana.
Nesse contexto, as pessoas proporcionam competências e, com elas, a vantagem competitiva que assegura competitividade e sustentabilidade ao negocio. Falar de gestão de pessoas é falar de gente, do componente humano das organizações, de cultura e mentalidade, de inteligência, de energia e vitalidade, ação e
proação. A gestão de pessoas é uma das áreas que mais
tem passado por mudanças e transformações nesses últimos anos. Não somente nos seus aspectos tangíveis e
concretos, como principalmente nos aspectos conceituais e intangíveis. A visão que se tem hoje da área é
totalmente diferente de sua tradicional configuração,
quando recebia o nome de administração de recursos
humanos (ARH). Muita coisa mudou. O objetivo central deste livro é mostrar as novas características e o
novo perfil dessa área de atividade. A gestão de pessoas
tem sido a responsável pela excelência das organizações bem-sucedidas e pelo aporte de capital intelectual
que simboliza, mais do que tudo, a importância do fator
humano em plena Era da Informação.
Com a globalização dos negócios e o intenso desenvolvimento tecnológico, o forte impacto das mudanças
e das transformações, está surgindo uma eloquente
constatação na maioria das organizações: o grande diferencial e a principal vantagem competitiva da empresa
decorre das pessoas que trabalham nela. São as pessoas
que mantêm e conservam o status quo já existente, e são
elas – apenas elas – que geram e fortalecem a imaginação, a criatividade e a inovação e o que deverá vir a
ser. São as pessoas que produzem, vendem, servem ao
cliente, tomam decisões, lideram, motivam, comunicam, supervisionam, gerenciam e dirigem os negócios
das empresas. Inclusive dirigem outras pessoas. Muito
embora as organizações não sejam criadas apenas para
ter pessoas, não existem organizações sem a presença
delas. Na realidade, as organizações são conjuntos integrados de pessoas. Ao se falar em organizações, forçosamente se fala em pessoas que as representam, que as
vivificam e proporcionam inteligência e que lhes dão
personalidade própria. A maneira pela qual as pessoas
se comportam, decidem, atuam, trabalham, executam,
melhoram suas atividades, cuidam dos clientes e tocam
os negócios das empresas varia em muitas dimensões.
E essa variação depende, em grande parte, das políticas
e diretrizes das organizações a respeito de como lidar
com as pessoas em suas atividades.
Em muitas organizações, falava-se, até há pouco
tempo, em relações industriais – uma visão burocratizada que vem desde o final da Revolução Industrial e
que encontrou seu auge na década de 1950. Em outras
organizações, fala-se em ARH, em uma visão mais dinâmica, mas generalista, e que predominou até 1990.
Em algumas outras organizações mais sofisticadas,
fala-se agora em gestão de pessoas, com uma abordagem que tende a personalizar e a visualizar as pessoas
como seres humanos e dotados de habilidades e capacidades intelectuais, mas ainda hierárquica e impositiva. No entanto, a tendência que hoje se verifica está
voltada para muito mais além: fala-se agora em gestão
com as pessoas. Administrar com as pessoas significa
tocar a organização juntamente aos colaboradores: os
parceiros internos que mais entendem dela, das suas
atividades, dos seus negócios e do seu futuro. Isso requer uma nova visão das pessoas, não mais como apenas um recurso organizacional, um objeto servil ou
mero sujeito passivo do processo produtivo, mas fundamentalmente como um sujeito ativo e provocador
de decisões, empreendedor das ações, criador da inovação e agregador de valor dentro das organizações.
Mais do que isso, um agente ativo e proativo que dá
vida à organização e dotado de inteligência – a maior
e a mais avançada e sofisticada habilidade humana.
Nesse contexto, as pessoas proporcionam competências e, com elas, a vantagem competitiva que assegura
| Brand | Editora Atlas |
|---|---|
| Tempo de Entrega | Aprox. 24h Úteis |
| Autor | Idalberto Chiavenato, Lucas Chiavenato & Celso Bazzola |
Escreva a sua avaliação
Write your content here...

Formulário de Login e Cadastro